sábado, 2 de julho de 2011

I love dogs

Oi gente, como muita gente sabe, eu amo de paixão cachorros, principalmente as raças grandes como o husky siberiano e o labrador, que são os meus favoritos.Então decidi fazer uma postagem em homenagem a essas coisinhas lindas e super amáveis.

Husky Siberiano

origem do Husky Siberiano é bastante remota sendo conhecido na Sibéria há quase 2.000 anos, onde foi desenvolvido pelos Chukchi com o objetivo de usá-lo para puxar trenós com pequenas cargas, por longas distâncias, com pouca comida e nas condições de tempo mais rigorosas, com temperaturas que chegam facilmente à -60º C.

Em 1909 os primeiros Huskies partiram da Sibéria para o Alaska de onde começaram a conquistar a simpatia do mundo todo.
Em 1925 ganharam o reconhecimento mundial ao ajudar a salvar a população de uma aldeia no Alaska que, assolada por uma epidemia, não poderia receber medicamentos por que tempestades de neve impediam o pouso dos aviões. Na ocasião, mais de 150 animais de várias raças de cães puxadores de trenó foram mobilizadas para fazer chegar os medicamentos percorrendo uma distância de 1054 quilômetros em 5 dias e meio, mas o trajeto mais complicado e difícil coube aos Huskies, liderados por Togo e Balto.
Até hoje, em comemoração ao feito dos cães é realizada uma famosa corrida (Iditarod Trail) até a cidade de Anchorage, salva pelos cães.



A raça foi reconhecida pelo AKC em 1930. No Brasil, está entre as cinco raças mais registradas desde 1990. O mesmo ocorre no Japão, Itália e Espanha. Mas a popularidade da raça trouxe graves conseqüências não apenas para o "plantel" nacional mas também para os próprios cães, uma vez que, infelizmente, muitas pessoa acabam adquirindo um filhote de Husky por apaixonarem-se apenas pelos seus "belos olhos"... e por não conhecerem as necessidades da raça acabam se desfazendo dos cães. A situação de "incompatibilidade" dos donos com os Huskies ficou tão séria que Clube do Husky Siberiano de São Paulo mantém o SOS Husky, que procura encontrar novos lares para os Huskies cujos donos entregaram os pontos.
Imagem extraída do site do Allegro Kennel
Os Huskies são cães que adoram pessoas, o que faz com que não seja indicados para as funções de guarda. Extremamente bonitos, chamam a atenção de todos por seus olhos claros, pêlo exuberante e farto. São cães cheios de energia e vitalidade, o que pode transformá-los em cães travessos quando não têm espaço para gastar toda sua vitalidade. Uma das mais freqüentes atitudes que apresentam quando estão entediados é cavar jardins, roer móveis e empreender grandes perseguições a gatos ou mesmo dar uma "escapada" pelos muros e portões. Por essa razão, os criadores sérios recomendam muita reflexão aos futuros proprietários da raça, que precisa de espaço para exercitar-se.
Além da incansável energia, o Husky é um cão muito dócil e independente, característica muito facilmente entendida por "teimosia". É um cão que precisa seguir um líder (humano) que tenha bastante paciência e "pulso firme", sem jamais apelar para a violência. É um cão extremamente leal e companheiro, procurando agradar o dono sempre, fator que deve ser aproveitado no período de adestramento como principal motivação do cão.
Apesar de possuir uma bela e farta pelagem o Husky não demanda cuidados especais para manter seu aspecto bonito. Instintivamente limpo, o Huski tem por hábito lamber-se para fazer sua "toalete" e tem pouquíssimo cheiro, dispensando assim os banhos freqüentes.
Durante o período da muda (quando o cão ‘troca’ o pêlo o que ocorre no máximo duas vezes ao ano), o pêlo cai muito e precisa ser escovado diariamente até para facilitar a limpeza da casa, removendo diretamente os pelos mortos.
Desde muito cedo percebe-se a tremenda energia dos Huskies e para evitar problemas, deve-se investir algum tempo na sua educação, sendo bastante recomendado que freqüentem aulas de adestramento básico tão logo terminem as vacinas.
Por sua função original de puxadores de trenó, os Huskies têm uma forma de movimentação bastante característica e que deve ser observada desde a mais tenra idade, um misto de trote e galope. Este é um dos fatores que deve ser bastante observado antes da compra do filhote. Um Husky não deve se movimentar com passadas curtas ou muito "saltitante".
Apesar de sua boa índole com as pessoas, não é comum que o Husky se dê bem com outros animais, mesmo com outros cães.
O Husky apresenta uma grande variedade de cores (todas são permitidas) e de marcações.
As mais "raras" são o branco puro e o piebald (ou "malhado"). Os olhos podem ser azuis, castanhos e até mesmo um de cada cor.
Até em função de suas origens o Husky não apresenta sensibilidade especial a doenças, com exceção de alguns problemas relacionados à visão, como:
  • catarata,
  • glaucoma,
  • atrofia progressiva da retina e
  • conjuntivite (afeta especialmente os exemplares de olhos claros). 
Labrador
O Labrador Retriever, ou simplesmente Labrador, é originário de Newfoundland ou Terra Nova, na costa oriental do Canadá, onde era utilizado pelos pescadores para puxar as redes para a terra. Para evitar que fosse confundido com outra raça da região, o Newfoundland (bem maior e mais pesado que o Labrador), era chamado simplesmente de Labrador.
Das costas canadenses, foi introduzido na Inglaterra aproximadamente em 1830, onde, em função de seu excelente faro, ganhou novas atividades, sendo considerado excelente como cão de caça. É um retriever por natureza, ou seja, atua em dupla com o homem durante as caçadas, esperando o dono atirar na ave para depois ir buscá-la com rapidez. O cão deve sempre entregá-la intacta. Para cumprir sua tarefa o Labrador é capaz de enfrentar qualquer tipo de obstáculo, seja na terra ou na água, onde por ser um excelente nadador, sai-se muito bem.

Por suas qualidades como cão afável, carinhoso e extremamente amigo das crianças, a popularidade do Labrador cresceu de maneira muito consistente, sendo há anos o número 1 em registros nos EUA e na Inglaterra. São 3 as cores permitidas pelo padrão da raça: o preto, amarelo e chocolate. Sua pelagem é curta e espessa e requer poucos cuidados especiais por parte dos donos.
Dedicação e apego são marcas registradas da raça, assim como a inteligência e a facilidade de aprendizado. Segundo o ranking elaborado por Stanley Coren, em seu livro A Inteligência dos Cães o Labrador ocupa a 7ª posição no que se refere à obediência para o trabalho, o que ampliou ainda seu "campo de trabalho. É um excelente guia para cegos e atua como cão farejador à procura de drogas em muitos aeroportos.
É extremamente dedicado ao dono e segundo o padrão da raça, sem nenhum grau de agressividade. Têm também grande necessidade de estar junto com os donos, seguindo seus passos por todos os lugares. Realmente não gosta de ficar sozinho, podendo produzir grandes estragos na casa em função disso, como destruir os jardins e almofadas.
O Labrador esbanja energia e está sempre disposto à brincadeiras, especialmente as que evocam seu instinto caçador. É capaz de passar horas correndo alucinadamente atrás de uma bolinha atirada pelo dono e devolvendo com a mesma eficiência que teria caso fosse um pato selvagem. É um cão que precisa de muito exercício, em especial porque a raça tem fortes tendências à obesidade.
Deve ser acostumado à guia desde cedo e, se possível, passar por treinamento de obediência. É um cão que late pouco e na maioria das vezes não estranha nem mesmo pessoas diferentes, sendo por isso pouco recomendável como cão de guarda.
Assim como é afável com as pessoas, o Labrador convive muito bem com outros cães e animais domésticos, sendo recomendável mesmo que seja socializado para poder aumentar a carga de exercícios. Muitos Labradores são hábeis competidores de Agility, sendo também grandes campeões em provas de obediência em todo mundo.
Até um função de sua popularidade crescente, muitos problemas começam a aparecer, a maioria deles relacionados a cruzamentos geneticamente não-recomendados.
Um dos problemas que se nota com mais intensidade está relacionado ao excesso de agitação dos cães. Cães que latem demais, quebram tudo o que encontram e chegam até mesmo a atacar pessoas.
Ainda não foi encontrado, cientificamente, nada que ligue a cor do cão a possíveis desvios de comportamento, mas de qualquer forma, a maioria dos problemas ocorre com cães amarelos e chocolates (ambos recessivos, sendo o chocolate mais recessivo do que o amarelo). Infelizmente, como cães amarelos vendem mais e os de cor chocolate são bem mais raros e caros, muita gente passou a cruzá-los entre si sem se preocupar com o temperamento - o que causou o nascimento de Labradores problemáticos. Portanto, o ideal ao se pensar em adquirir um Labrador é conhecer suas origens e a seriedade do criador.
Segundo as recomendações da criação, não é recomendável o acasalamento de um exemplar chocolate com um amarelo e nem mesmo dois chocolates por mais de três gerações sucessivas, ou dois amarelos por mais de quatro, sem introduzir um exemplar preto. Cientificamente, essas recomendações são decorrentes de possíveis problemas com a despigmentação das mucosas e olhos.
Imagem extraída do site Rucon Kennel Red

Um dos maiores problemas genéticos da raça - e que pode ser evitado pela seriedade dos criadores - é a displasia coxo-femural. Caso vá adquirir um filhote, certifique-se de que os pais tenham sido examinados e que tenham sido aprovados pelas radiografias.
Além da displasia, a osteocondrose (mal que compromete a cartilagem e o osso prejudicando a articulação) também pode aparecer e causar a chamada displasia de ombro (a mais comum) e as de cotovelo, joelho e calcanhar. O problema ainda é pouco conhecido no Brasil. Há duas doenças genéticas que atacam a visão, causando perda progressiva até chegar à cegueira: a Catarata, que ocorre quando o cristalino - parte interna transparente do olho - torna-se opaco; e a Atrofia ou Displasia da Retina, uma degeneração das células da retina.


Golden Retriever
origem precisa do Golden Retriever é incerta, mas a maior parte dos registros aponta que o Golden Retriever foi desenvolvido a partir da metade do século 19, por um criador escocês, chamado Sir Dudley Majoribanks (Lorde de Tweedmouth), que buscava um cão de porte médio, excelente faro, habilidade para buscar a caça tanto na terra como na água, inteligente, obediente, fácil de treinar e calmo.
Para conseguir este resultado, várias raças foram cruzadas, entre elas o Flat-Coat, o Tweed Water Spaniel (raça já extinta), Labrador,Setter Irlandês e Bloodhound.O Golden Retriever é um cão robusto, de pelagem média e dourada e possui uma inconfundível meiguice de expressão. Por estas características, conquistou multidões e hoje é a segunda raça em número de filhotes registrados no Japão e terceiro na Inglaterra. Nos EUA fica na quarta posição.
No Brasil, a raça tem vivido na última década uma enorme expansão, similar à popularidade do Labrador, o que tem preocupado sobremaneira os admiradores e criadores da raça, que pode sofrer a mesma decadência de outras raças que cairam no ´gosto´ do mercado e viram desaparecer suas principais qualidades, com prejuízo principalmente para quem admira o temperamento fantástico e sua versatilidade, aliados a um porte elegante e uma aparência majestosa.


Talvez a principal característica do Golden seja a inteligência e a vontade de agradar ao dono acima de qualquer coisa. É a quarta raça no ranking de inteligência para obediência, entre 133 analisadas por Stanley Coren em seu livro "A Inteligência dos Cães".
Muito observador, possui grande facilidade para entender o que se quer dele e associar causa e conseqüência de seus atos. Por isso mesmo, o Golden é usado em diversos países como guia de cegos e auxiliar na terapia de doentes físicos e mentais.
Por seu excelente faro, advindo da seleção dos cães para a função de recuperação da caça, muitos são usados pelas polícias para farejar drogas e por sua constituição física, podem atuar como resgate de sobreviventes em desastres.
Manso e boa índole, pode até assustar pelo tamanho, mas faz amizade com todos, sendo afetuoso com estranhos e mesmo com outros cães convive sem problemas. Extremamente paciente e amoroso, é uma excelente companhia para as crianças com quem brinca sem nenhuma restrição. Por sua índole amorosa, o Golden não se presta para a função de guarda.
Versátil, o Golden adapta-se perfeitamente ao estilo de vida do dono, até mesmo com locais pequenos. Quanto está em casa, procura sempre a proximidade dos familiares, mas da mesma forma pode ficar apenas deitado num canto observando o movimento ao seu redor.
Apesar de não ser um cão hiper-ativo, o Golden está sempre disposto à atividade, especialmente se for com o dono... Sua excelente resistência física faz com que possa acompanhar sua família em qualquer atividade, como passeios, caminhadas ou provas de agility. É um cão que precisa e adora fazer exercícios, além de ser um exímio nadador.
O pelo deve ser escovado com freqüência para que se mantenha saudável e bonito. Na época da muda, que ocorre de 6 em 6 meses, deve ser escovado com mais freqüência, evitando que perca pelos pela casa.
Quando filhote, o Golden tem uma grande energia e sua pelagem parece mais a de uma ovelhinha, não sendo lisa como nos adultos.
Brincalhão, desde cedo já demonstra suas habilidades em seus jogos de "caça" e na facilidade do aprendizado de hábitos de higiene.
Para que se desenvolvam bem, não apenas física mas emocionalmente, os filhotes devem ser educados desde cedo. Por sua inteligência e enorme desejo de agradar aos donos, os filhotes respondem muito bem às aulas de adestramento.

Como todas as raças que experimentam um salto na sua popularidade, o Golden Retriever enfrenta os problemas típicos da criação irresponsável, principalmente os relacionados a cruzamentos geneticamente não-recomendados.
Um dos mais graves problemas genéticos do Golden é a displasia coxo-femural. Caso vá adquirir um filhote, certifique-se de que os pais tenham sido examinados e que tenham sido aprovados pelas radiografias. A displasia só pode ser diagnosticada com certeza quando filhote tem mais de 12 meses através de raios-x.
Além da displasia, o Golden, assim como o Labrador, sofre de algumas doenças genéticas que atacam a visão, causando perda progressiva até chegar à cegueira: a Catarata, que ocorre quando o cristalino - parte interna transparente do olho - torna-se opaco; e a Atrofia ou Displasia da Retina, uma degeneração das células da retina.

Poodle
O Poodle é, sem dúvida, uma das raças mais populares em todo mundo e isso se deve a diversos fatores, entre eles a própria antigüidade da raça, que, segundo vários historiadores é conhecida há 6 séculos.

Apesar de a origem do Poodle ser atribuída à França, onde são chamados de "Chien Canne" ou "Caniche", aparentemente o berço da raça é mesmo a Alemanha, onde é chamado de "Pudel", derivado de palavra "pudelin" que significa "jogar-se na água". De qualquer forma, foi na França que o Poodle desenvolveu sua estrutura atual e onde, freqüentando as cortes dos reis franceses desde Luis XIV, ganhou a popularidade que desfruta hoje.
O Poodle era, originalmente, usado para a caça aquática, onde desempenha a função de recuperar as aves abatidas que caiam na água. Foi também utilizado pelos franceses e ingleses como ‘cão trufeiro’, com a missão de utilizar seu excelente olfato para descobrir trufas debaixo da terra.
Mas foi como cão de companhia que o Poodle se tornou uma das estrelas da cinofilia, estando entre as raças de maior número de registros em diversos países, inclusive no Brasil, onde estima-se que represente mais de 17% da população canina (dados de 1997).
Infelizmente, a popularidade trouxe à raça uma série de problemas, desde físicos até de temperamento, muitos deles ocasionados por acasalamentos não recomendados e falta de rigor dos ‘fabricantes de filhotes’.
Esse quadro de alta popularidade X baixa qualidade dos cães produzidos parece ser uma ‘sina’ da raça, que já foi a mais popular dos EUA na década de 80, perdendo este status justamente em função dos inúmeros problemas que apresentavam esses ‘Poodles’. No Brasil, o quadro da criação nacional apresenta também diversos problemas. Diante da quantidade de cães registrados seria de se esperar que muitos participassem de exposições, mas no entanto, a presença de criadores é bastante pequena o que enseja o crescimento, também aqui, dos ‘fabricantes de filhotes’ que se aproveitam da falta de conhecimento da grande maioria das pessoas e comercializam exemplares que pouco ou nada respeitam os padrões da raça, quer quanto à cor, tamanho e, especialmente, temperamento dos cães.
 Poodle é um cão extremamente inteligente. Segundo Stanley Coren, autor do livro a "A Inteligência dos Cães", a raça ocupa o segundo lugar no ranking de obediência para o trabalho, abaixo apenas do Border Collie (o cão que aparece no filme Babe, o porquinho). Isso explica o fato de que a maioria dos cães de shows, circos, etc pertençam à raça, uma vez que são cães que aprendem muito rápido e fixam de maneira muito consistente as lições aprendidas.
Mas, não foi apenas a sua inteligência, que levou o Poodle a conquistar destaque como cão de companhia. Seu temperamento brincalhão, divertido e afetuoso fizeram com que se tornasse praticamente um paradigma para os cães de companhia.
Apesar de todas as qualidades intrínsecas à raça, e como conseqüência da baixa qualidade da criação, muitos exemplares apresentam problemas sérios de comportamento, chegando mesmo a apresentar traços de agressividade contra o próprio dono e com outras pessoas, desobediência, teimosia, excesso de ‘zelo’ quanto a objetos, isso sem falar do altamente indesejável excesso de latidos. Segundo diversos criadores, a maioria dos problemas de temperamento dos Poodles atinge de maneira mais evidente os exemplares dos tamanhos menores (toy e micro), justamente os mais comercializáveis.
No entanto, além dos cuidados quanto à procedência do cão, é extremamente importante ressaltar o papel do dono na educação do cão: por ser o Poodle extremamente inteligente, também é capaz de aprender que, se ele adotar comportamentos ‘dominantes’ em relação ao dono acaba sendo atendido. E é aí que o dono, procurando ‘agradar’ seu cão acaba por reforçar estes desvios de personalidade.
O filhote desde cedo deve apresentar as características do cão adulto, não apenas quanto à estrutura física (quadradinha) como também quanto ao temperamento.
A cor do filhote é outro aspecto importante: é comum que a tonalidade dos cães fique mais clara com o passar do tempo, mas de qualquer maneira, a pelagem deve ser sólida, sem manchas.
Outro cuidado importante na aquisição dos filhotes diz respeito ao TAMANHO que ficará quando adulto. Para evitar decepções, é sempre recomendável que antes de se adquirir um filhote se faça uma visita aos pais da ninhada. Normalmente, o tamanho dos pais é um bom parâmetro para o dos filhotes.
O Poodle em sua origem foi desenvolvido apenas no tamanho "standard", mas através de cruzamentos selecionados, os criadores fixaram outros padrões de tamanho. No Brasil, as 2 entidades nacionais reconhecem tamanhos diferentes para o Poodle.
De acordo com a CBKC, que segue o padrão da Federação Cinológica Internacional, o Poodle pode ter 4 tamanhos:
  • Poodles Grandes: de 45 até 60cm, com uma tolerância de 2cm.
  • Poodles Médios: de 35 até 45cm.
  • Poodles Anões: de 28 a 35cm.
  • Poodles Toys: abaixo de 28cm (a altura do tipo ideal é 25cm).
Já o padrão do American Kennel Club considera 3 tamanhos para o Poodle
  • Poodles Standard: mais de 38cm
  • Poodles Miniatura: de 28 até 38cm.
  • Poodles Toys: de 25,5cm a 28 cm
É importante ressaltar que é pouquíssimo recomendado o acasalamento de cães com estruturas ósseas (tamanhos) diferentes.
Da mesma forma que o Poodle apresenta diversos tamanhos, também são muitas as cores aceitas pelas entidades.
Neste ‘quesito’ também há diferenças entre os padrões aceitos por elas.
De acordo com a CBKC/FCI, o Poodle pode ser de 4 cores: preto, branco, marrom, cinza e abricó.
Já de acordo com a ACB, aceita-se os pretos, brancos, marrons, azuis, cinzas, abricós, champanhes e prateados (cinza claro).
Nos acasalamentos deve-se procurar não misturar exemplares de cores diferentes, uma vez que tal mistura pode gerar filhotes de cores não aceitas ou mesmo manchados.
A pelagem farta do Poodle lhe rendeu o título de "campeão quanto às formas de se tosar". Só para se ter uma idéia, o livro "The Complete Poodle Clipping & Grooming" ilustra 54 tipos de corte.
Segundo diversas fontes, as formas de tosar o pelo dos Poodles era diretamente vinculada às atividades que desenvolvia. O corte conhecido como "leão" (retirada do pelo dos quadris, deixando pelo farto em volta dos peito e dos joelhos) foi criado para aliar proteção, e versatilidade na água, à beleza e equilíbrio do cão.
Entre os tipos mais comuns estão a Tosa de Verão, Carneirinho (não aceitas para apresentação em exposição), a Leão e a Moderna (aceitas em exposição).

Uma característica curiosa é que, apesar do pelo crescer mais rapidamente que o das outras raças, o Poodle não perde pelos como os outros cães. Mas mesmo com essa ‘facilidade’ é preciso cuidados especiais com a pelagem do Poodle. O ideal é que receba escovação diária para evitar nós, banhos e tosa regulares. Além de uma atenção extra para não deixar o pelo molhado e evitar assim, o aparecimento de fungos e outros problemas de pele.
Um dos principais problemas de saúde que afeta os Poodles é a Otite (inflamação do ouvido), propiciada pela posição ‘caída’ das orelhas e dos tufos de pêlos dentro delas, que retém umidade. A prevenção é feita basicamente evitando que entre água durante o banho, e através de procedimentos regulares de higiene.
Além da otite, a raça é especialmente sensível a:

  • Luxação da Patela – um deslocamento do osso do joelho, comum em raças pequenas, que causa dor e dificuldade para andar.
  • Displasia - má formação no encaixe da cabeça do fêmur com a bacia. Essa má-formação é mais característica em raças grandes, mas pode aparecer também nos Poodles.
  • Atrofia Progressiva da Retina – que consiste na perda gradual da visão podendo levar o cão à cegueira total. Segundo dados do clube americano da raça, 25% dos Poodles desenvolvem a doença para a qual não há tratamento.
  • Dentição dupla – recomenda-se a extração dos dentes de leite, por favorecer o desenvolvimento do tártaro.
  • Outra característica comum em cães brancos são as manchas na pelagem sob os olhos, causadas pelas lágrimas.
Yorkshire
Yorkshire Terrier é uma raça relativamente recente, tendo sido criada no condado de York, na Inglaterra, a partir do cruzamento de exemplares de cães das raças Manchesters, Malteses, Skyes e Dandie Diamonts. Originariamente, foi desenvolvido pelos mineiros da região que buscavam um cão pequeno e que fosse adaptado para entrar debaixo da terra e caçar pequenos roedores que infestavam a região. Mas o cão fez tanto sucesso que chamou a atenção de criadores que entusiasmados, deram início a um processo de seleção, melhorando seu padrão e obtendo cães maravilhosos.
O Yorkshire foi apresentado pela primeira vez na Inglaterra em 1861 e sua primeira aparição numa exposição canina ocorreu ao redor de 1880. Em 1898, o The Kennel Club da Inglaterra, que acabara de ser criado, o reconheceu com o nome de Yorkshire Terrier e seu primeiro padrão, de 1898, previa 2 grupos de tamanhos: até 2,3 kg (preferidos para a companhia ) e entre 2,3 e 6 kg (preferidos para enfrentar os grandes ratos).
Seu padrão atual determina o peso máximo de 3,150 g.
No fim da Era Vitoriana ele começou sua ascensão social, já que tendo caído nas graças da Rainha Victoria e sendo escolhido como seus cães de estimação, os Yorks tornaram-se companheiros inseparáveis das senhoras da aristocracia e da alta burguesia, que faziam questão de ornamentá-los de acordo com os vestidos que usavam na corte e assim, de caçador de ratos o York tornou-se um cão de luxo, mais de acordo com a imagem que temos desses cães atualmente.
Especialmente por seu tamanho, manteve sua popularidade em alta no mundo todo, sendo escolhido principalmente por pessoas que moram em apartamentos e/ou pequenas casas sem quintal. E por suas características de personalidade, mesmo aquelas que tem enormes espaços, como as apresentadoras Xuxa, Ana Maria Braga escolhem entre os seus cães os amistosos Yorks.
No Brasil, há anos são os campeões de registro junto à CBKC, superando raças tradicionais como os Rotts e Cockers. Infelizmente, esta popularidade não se traduz em qualidade dos exemplares... por isso é fundamental que o futuro proprietário procure criadores sérios, evitando a aquisição de cães muito pequenos (fora do padrão da raça) e/ou com temperamento desviante (cães agressivos ou muito medrosos).

Possui temperamento carinhoso e afável o torna um excelente companheiro muito divertido e devotado, porém, até em razão do seu tamanho pode conviver amigavelmente com crianças, mas não aprecia muito o convívio com outros cães com que, certamente, disputará o domínio do território.
Além de carinhoso, o Yorkshire Terrier se destaca por sua vivacidade e por estar sempre alerta. Como um bom caçador, dará o alarme ao menor ruído, o que pode trazer alguns problemas com a vizinhança. Por essa característica marcante, muitos usam o York como cão de alarme, função que cumpre de forma exemplar.
Apesar do tamanho, o Yorkshire é um cão muito ativo e independente e por isso não se pode dizer que o "colo" seja seu lugar predileto. Talvez a melhor posição do Yorkshire seja: perto do dono sim, mas não necessariamente em cima dele. Mesmo sendo bastante "independente" o York não gosta de ficar muito tempo sozinho e, se puder, segue os passos do dono onde quer que ele vá.
O Yorkshire não está entre as raças mais obedientes. Segundo o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, comparando 133 raças, ocupa o 27º lugar e é o primeiro entre os Terriers. Conforme descreve Stanley, raças com tal posição costumam obedecer a uma ordem 70% das vezes ou mais. Apesar disso, é um cão capaz de resolver problemas sozinho, analisando causa e conseqüência dos acontecimentos.

Os Yorkies não devem ser comprados antes de 10 semanas de vida, mas somente a partir da 12ª semana. Isso porque ao contrário de raças maiores, Yorkies ainda podem ser facilmente traumatizados antes de 10 semanas de vida e também podem, mais facilmente, contrair doenças e não sobreviver devido ao seu pequeno porte.
Os filhotes nascem pretos com o dourado quase marrom e não totalmente distribuído. Com o passar do tempo, sofrem profundas modificações e apenas após 18 meses é que adquirem sua pelagem e tonalidades definitivas, quando o dourado se alastra e as cores clareiam. Devido a essa verdadeira metamorfose, consta que alguns criadores inexperientes sacrificaram ninhadas inteiras de yokies por acharem que se tratavam de mestiços.
Outra dúvida comum diz respeito às orelhas... Normalmente os filhotes a partir de 3 meses de idade já devem ter as orelhas corretamente posicionadas mas nem sempre isso acontece... Recomenda-se que o proprietário procure um veterinário especializado para que ele coloque uma bandagem que deve ser usada até que as orelhas fiquem corretas. O tempo do uso da tala depende do tamanho e rigidez da cartilagem das orelhas.


Segundo o padrão da raça, o Yorkshire deve ter duas cores: o azul-aço escuro (cinza-brilhante quase preto tendendo ao azulado) e o fulvo (amarelo-tostado), sendo que uma cor não pode invadir a outra e nem as duas se mesclarem. Começa nesta definição o calvário dos criadores, uma vez que o azul-aço não deve ser escuro demais a ponto de ficar preto, e nem claro, parecendo prateado. Quanto aos pêlos fulvos, são levemente mais claros nas pontas do que nas raízes, e produzem um colorido dourado intenso.
A coloração azul-prateado, embora proibida pelo padrão é freqüentemente obtido por criadores.
É bastante comum a reclamação de proprietários que adquirem cães sem procedência e que nunca ficam com a pelagem exuberante dos yorks de qualidade e que frequentam exposições... A genética nestes casos é um fator muito importante, mas o cuidado com os pelos é fundamental!
Sua pelagem deve ser abundante e necessita de cuidados para manter-se limpa e desembaraçada. Os banhos podem ser semanais, utilizando shampoo neutro, condicionador (pode ser humano, para cabelos secos) e finalizando com condicionador "leave-in" (sem enxague). Precisam de escovação freqüente para evitar a formação de nós, de 3 a 7 vezes por semana, dependendo do tamanho e volume da pelagem. Utilize uma escova de pinos, dando maior atenção ao pescoço, orelhas, parte interna das coxas e "axilas". Tente não arrancar ou cortar os nós, é melhor desfazê-los com as mãos. Finalize com o pente, dando especial atenção a orelhas, patas e rabo. Esses cães também podem ser tosados para facilitar a manutenção: além de aparar os pelos com a tesoura, pode-se passar a máquina sob as patas, entre os dedos, parte interna das orelhas e genitais sem comprometer a beleza. Para que ele tenha melhor movimentação, costuma-se prender a "franja" sobre a testa liberando assim a visão de seus olhos.
Para cães que frequentam exposições, é essencial a aplicação de papelotes na pelagem em todo o corpo. O pelo deve ser trimado curto na ponta das orelhas.
Outro cuidado importante e frequentemente desprezado pelos proprietários diz respeito ao uso de ´roupinhas´. Cães de pelo longo não precisam de roupas para aquecê-los, pois o próprio pelo faz uma capa térmica protegendo os cães da temperatura. O ideal é que se coloque uma cama de cobertor, não uma roupa.

Um cuidado especial deve ser tomado pelos donos e futuros donos de Yorks: nunca adquirir exemplares de pais muito pequenos, uma vez que estes são considerados mais "agitados" e excessivamente excitáveis além de serem mais propensos a terem problemas de saúde. Por isso, considere sempre o padrão da raça, que estabelece como peso ideal 3 Kg. Infelizmente, a procura por exemplares pequenos criou termos oficialmente inexistentes, como "micro" ou "zero", por isso, todo cuidado é pouco na hora de adquirir um filhote.
  • Fechamento tardio da moleira
  • Hérnia
  • Dentição dupla
  • Luxação patelar - deixa o cão manco. Deve-se evitar o cruzamento de cães com a doença.
  • Fêmeas podem apresentar dificuldades no parto, exigindo acompanhamento constante de um veterinário.

Obs.: Como minha mãe não deixa eu ter um husky siberiano, muito menos um labrador, me contento, por enquanto, com o yorkshire e o poodle que tenho.RS*
    


Bom gente, essa pesquisa foi tirada de um site super legal que fala de todas as raças, o site:http://www.dogtimes.com.br/resumo-racas.htm, é super interessante, muito legal, confiram.
Outro site muito legal é o de Jonny, um fotografo de animais, muito legal, vejam:http://fotoanimal.com.br/.

Bjos!!!

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