terça-feira, 17 de novembro de 2009
A aurora polar é um fenômeno óptico composto de um brilho observado nos céus noturnos em regiões próximas a zonas polares, em decorrência do impacto de partículas de vento solar com a alta atmosfera da Terra, canalizadas pelo campo magnético terrestre. Em latitudes do hemisfério norte é conhecida como aurora boreal (nome batizado por Galileu Galilei em 1619,[1] em referência à deusa romana do amanhecer Aurora e ao seu filho Bóreas, representante dos ventos nortes), ou luzes do Norte (nome mais comum entre os escandinavos). Ocorre normalmente nas épocas de setembro a outubro e de março a abril. Em latitudes do hemisfério sul é conhecida como aurora austral, nome batizado por James Cook, uma referência direta ao fato de estar ao Sul.[2]
O fenômeno não é exclusivo somente à Terra, sendo também observável em outros planetassistema solar como Júpiter, Saturno, Marte e Vênus.[3] Da mesma maneira, o fenômeno não é exclusivo da natureza, sendo também reproduzível artificialmente através de explosões nucleares ou em laboratório.
DIFÍCIL é sentir a energia que é transmitida.
FÁCIL é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
DIFÍCIL é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
FÁCIL é chorar ou sorrir quando der vontade.
DIFÍCIL é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
FÁCIL é dar um beijo.
DIFÍCIL é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.
FÁCIL é querer ser amado.
DIFÍCIL é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois.
Amar é entregar-se...
e aprender a dar valor somente a quem te ama.
(Carlos Drummond de Andrade)